Com a saída de várias grandes companhias do segmento onshore ou de activos maduros, empresas
independentes africanas e novos operadores estão a emergir como os principais protagonistas no
upstream do continente.
Esta mudança de paradigma abre caminho para modelos mais ágeis, com menor overhead e maior
foco em recursos incrementais e revitalização de campos.
A tendência poderá traduzir-se em maior valor local, crescimento das capacidades técnicas
nacionais e novas dinâmicas de participação empresarial no sector de energia africano.
SETEMBRO DE 2025
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